quarta-feira, 2 de junho de 2010

Travada



Li o blog "Adorável Psicose" da Natália Klein e coloco aqui algumas frases dela:

“...Eu sou o primeiro capítulo de uma história que nunca se desenvolve porque eu mesma não permito...“

“...Fico com tanto medo de errar, de não agradar, de acabar me decepcionando, que sequer saio do lugar...”

 
Me dei conta que algum tempo que me sinto assim...Travada. Freio de mão puxado. Tenho tantas coisas para fazer, para resolver e, diante disso, empaquei. Não estou conseguindo me virar para lado algum. Estou tão preocupada em fazer tudo certo, parece que as coisas ficam muito mais difíceis do que são realmente. Odeio estar assim! Não é minha maneira de ser, nunca me senti assim. Preciso sair da inércia!!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Porque é tão difícil perdoar a si mesma?




“Se eu acertei ou se errei, fiz isso da minha maneira”.


"Quando olho para trás, percebo que fiz muitas bobagens.  Acertei bastante, mas também errei bastante.
Quando olho para diante, tenho certeza de que vou acertar e errar bastante também.
É impossível acertar sempre. Se eu tivesse o conhecimento e a maturidade de hoje, certamente a decisão seria diferente. Não se torture por algo que não deu certo no passado.  Não importa o que você fez não se torture. Apenas perceba, o que é possível fazer para consertar essa situação e faça.
Se você sente culpa, perdoe-se.  E, principalmente, compreenda que agiu assim porque, na ocasião, era o que achava melhor fazer.
Você tem muitos momentos lindos para viver e muitos erros para cometer.
Aproveite as oportunidades e curta plenamente a vida."
Roberto Shinyashiki

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Dinâmicas incompreensíveis

Não entendo a dinâmica que as pessoas vivem, nem suas mentes e muito menos suas reações diante de algumas situações. Alguns conceitos que acho super importantes para a convivência com outro, desabam diante de meus olhos. Gentileza, respeito, consideração. E mais um monte de outras atitudes, que facilitam a vida de todos nas relações de trabalho e sociais. Somos obrigados a conviver com muitas pessoas que não tem nada em comum conosco. Por isso, quanto mais promovermos essas atitudes, melhor a convivência. Muitas vezes, não é o que vejo. Me choca a maneira de agir de alguns, que  utilizam sua posição na hierarquia dos poderes, para sobressair-se e evidenciar sua pseudo superioridade. Vejo pessoas se magoando mutuamente sem a mínima necessidade. Isso me causa repulsa. Aprendi que o respeito se conquista pelas atitudes, não pela imposição e muito menos na marra. Como fazer?! Não sei, acho que algumas pessoas não combinam com cargos onde precisem usar autoridade, porque são inseguras demais e usam sua autoridade de maneira completamente errada e confusa.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Quando não se tem o que dizer...


Estou sem inspiração para escrever. Ando semi muda.

Voltei de Bento Gonçalves cansada, participei de dois seminários simultâneos, cada um em um pavilhão da feira. Passei correndo, de um lado para outro, para assistir as palestras que mais me interessavam. Nos intervalos aproveitava para visitar os stands que estavam muito interessantes. Foi um ritmo bem desgastante, mas adorei ter ido. Se aprende bastante em eventos como esse.

O fato é que tenho me dedicado a questões práticas, minha vida está em processo de modificação,  estou com a atenção voltada para isso. Decisões que não envolvem  emoção, apenas devem ser práticas e duradouras.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hoje estou indo para uma feira de meio-ambiente em Bento Gonçalves.  Vou passar uma semana lá e não terei tempo de escrever no blog.  Quando voltar conto o que aprendi e vi de novidades   na    área ambiental.
Vai ser puxado, mas vale a pena!

terça-feira, 20 de abril de 2010

Arrepender-se



O arrependimento pode ser educativo, mas pode ter efeito contrário, causar imobilidade diante das coisas que precisamos fazer. Muitas vezes, diante das várias escolhas que fazemos durante nossa vida, vem o momento que sofremos as conseqüências dessas opções, e aí aparece o arrependimento. Coisas que se fez e poderia ter sido feito de outra forma, ou coisas que se deixou de fazer. Enfim, escolhas erradas, momentos errados, situações que não voltam e a certeza de terem ficado incorrigíveis e irrecuperáveis. De uns tempos para cá, tenho pensado muito nisso. É bem difícil admitir os erros. Sempre pensei que esse fosse o primeiro passo para buscar outro caminho, tentar modificar algumas coisas, mas comigo foi diferente. Me paralisou, agora fico só observando. Talvez, porque sempre acreditei numa vida muito perfeita, de contos de fadas mesmo, tipo as famílias de comercial de margarina que aparecem na TV. Tudo tão harmonizado, feliz e colorido. A realidade é diferente. Na teoria sempre soube disso, mas sentia como se fosse possível, como se as pessoas pudessem viver todo o tempo assim. Aprendi que em alguns momentos é possível, acontece... Mas apenas por alguns momentos.